Luis Thiago Freire Dantas

@proped.pro.br

Estudos da Subjetividade e Formação Humana
University of State of Rio de Janeiro

RESEARCH, TEACHING, or OTHER INTERESTS

Philosophy, Arts and Humanities, Multidisciplinary, Literature and Literary Theory
3

Scopus Publications

Scopus Publications

  • Philosophies in diaspora: terreiro’s epistemologies and transformations of the self
    Luís Thiago Freire Dantas
    Trans Form Acao, 2022
    Resumo: Este artigo trata da diáspora africana como fonte epistemológica e, principalmente, de pensar suas implicações para a produção de filosofia africana, no Brasil. Para isso, o corpo será enfatizado como meio de comunicação com o mundo visível ou invisível, através do terreiro, estabelecendo uma relação entre a vivência e o pensamento filosófico. Em seguida, para fundamentar a diáspora, será interpretada a narrativa da orixá Oyá/Iansã, tendo como eixo o “corpo sem fronteiras” que medeia natureza e cultura. Por fim, propõe-se uma filosofia que articule o encontro entre o terreno e o espiritual, a tradição e o moderno, baseando-se em uma conexão conceitual entre África e Brasil.
  • Afro-pindoramic confluences: For a counter-colonialist human formation
    Luís Thiago Freire Dantas
    Praxis Educativa, 2022
    Neste artigo, pretende-se pensar como o colonialismo atua na formação humana, seja organizando o pensamento para um “mundo ordenado”, seja condicionando o ser humano para um distanciamento da natureza. Essas duas situações serão problematizadas a partir de uma confluência entre as teses de Antônio Bispo dos Santos, Denise Ferreira da Silva e Davi Kopenawa com a intenção de pensar-se um mundo outrem em que o ser humano esteja em harmonia com o cosmo. Com isso, o interesse é enunciar uma formação humana contra-colonialista.
  • Black out the University to experience the knowledge
    Luís Thiago Freire Dantas
    Revista De Filosofia Aurora, 2021
    Este ensaio propõe um questionamento sobre a construção do ambiente universitário da filosofia e sua dificuldade em dialogar com epistemologias fora do cânone. Para isso, problematizamos a imagem de quem produz conhecimento que exclui outras alternativas epistêmicas. O interesse, assim, é propor como os corpos negros atribuem à Universidade uma retomada epistêmica que se contrapõe à colonialidade universitáriafundamentada no epistemicídio.