Fernando Perobelli Ferreira

@uffs.edu.br

Full professor of Agronomy Course
Universidade Federal da Fronteira Sul

Fernando holds a Ph.D. in Soil and Plant Nutrition from the "Luiz de Queiroz" College of Agriculture (ESALQ), University of São Paulo (USP, Brazil), including a training period at the University of Santiago de Compostela (Spain). He obtained a Masters degree in Soil Science (2004) and a Bachelors degree in Agronomy (2002), both from the Federal University of Santa Maria (UFSM, Brazil). In 2022, he carried out postdoctoral training at ESALQ/USP. He has experience in Agronomy, with emphasis on Soil Genesis and Classification, estuarine soils (mangroves and salt marshes), and Soil Physics. He previously worked as an Assistant Professor in the Department of Soil Science at UFSM (2004) and in the Department of Rural Engineering at the Federal University of Santa Catarina (UFSC) in the first semester of 2009. From July 2009 to December 2011, he served as a Professor in the Agronomy and Animal Science programs at UFSC, teaching Soil Genesis and Classification. Currently, he is a Full Profess

EDUCATION

- Agronomist by UFSM (2002);
- Soil Science Ms. by UFSM (2004);
- Soil science and plant nutrition by ESALQ/USP Ph.D (2008);
- Postdoctoral training by ESALQ/USP (2022);

RESEARCH, TEACHING, or OTHER INTERESTS

Agronomy and Crop Science, Soil Science
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Scopus Publications

Scopus Publications

  • Soil quality precedes crop yields: cover crop mixtures drive early soil improvements in a transitioning no-till vegetable system
    Luciano Pessoa de Almeida, Edineia de Assis Wanzuita Schneider, Milena Maria Tomaz de Oliveira, Jorge Luiz Zanatta, Alcir José Modolo, et al.
    Biological Agriculture and Horticulture, 2026
  • Chemical and spectroscopic characteristics of humic acids in marshes from the Iberian Peninsula
    Fernando Perobelli Ferreira, Pablo Vidal-Torrado, Xose L. Otero, Peter Buurman, Ladislau Martin-Neto, et al.
    Journal of Soils and Sediments, 2013
  • Photopedology and orbital spectral pedology on the evaluation of soils developed from basalt
    José A. M. Demattê, Fernando Perobelli Ferreira, Marcelo Rodrigo Alves, Rogério Costa Campos
    Bragantia, 2011
    O Estado do Mato Grosso do Sul (MS) é um dos principais produtores do setor agropecuário brasileiro. Entretanto, para manter essa condição, terá que ter à disposição metodologias que auxiliem no planejamento do uso racional de suas terras. Desta forma, tornam-se necessárias pesquisas que visem obter métodos de investigação dos solos que atuem de forma rápida, sejam eficazes e, principalmente, de baixo custo. Sabendo-se que o relevo é importante fator de formação dos solos e que fotos aéreas detectam a variação de superfície, espera-se que, juntamente com informações espectrais quantitativas da superfície, possam caracterizar e discriminar solos ou grupamento de solos na paisagem. Assim, este estudo teve por objetivos: (a) identificar diferentes classes de solos e verificar suas relações com os aspectos qualitativos e quantitativos da paisagem; (b) utilizar dados radiométricos de imagens de satélite para discriminar classes ou grupamento de solos. Para tal, foi avaliada a relação entre a classificação dos solos e os aspectos da rede de drenagem, obtidos através da interpretação de fotografias aéreas, e dados espectrais, conseguidos através da análise de imagens de satélite, de 14 amostras circulares (ACs) da região de Maracaju (MS), onde os solos são desenvolvidos a partir de basaltos. A densidade de drenagem (Dd) apresentou correlação com o índice de intemperismo (Ki) e com a saturação de bases do solo (V%), permitindo discriminar classes de solos dentro da área de estudo com 85,7 % de certeza, enquanto os dados espectrais somente discriminaram solos quanto às classes texturais da camada superficial. Além disso, observou-se que nos solos com teores de Fe2O3 acima de 180 g kg-1 a diferenciação por classes texturais foi prejudicada mediante o do uso das imagens de satélite.
  • Characterization of soil organic matter and humic acids extracted from a mangrove forest
    Biogeochemistry and Pedogenetic Process in Saltmarsh and Mangrove Systems, 2010
  • Pedogenetic processes in mangrove soils
    Biogeochemistry and Pedogenetic Process in Saltmarsh and Mangrove Systems, 2010
  • Pyrolysis-gas chromatography/mass spectrometry of soil organic matter extracted from a brazilian mangrove and spanish salt marshes
    Fernando Perobelli Ferreira, Pablo Vidal-Torrado, Peter Buurman, Felipe Macias, Xosé Luis Otero, et al.
    Soil Science Society of America Journal, 2009
    The soil organic matter (SOM) extracted under different vegetation types from a Brazilian mangrove (Pai Matos Island, São Paulo State) and from three Spanish salt marshes (Betanzos Ría and Corrubedo Natural Parks, Galícia, and the Albufera Natural Park, Valencia) was investigated by pyrolysis‐gas chromatography/mass spectrometry (Py‐GC/MS). The chemical variation was larger in SOM from the Spanish marshes than in the SOM of the Brazilian mangroves, possibly because the marshes included sites with both tidal and nontidal variation, whereas the mangrove forest underwent just tidal variation. Thus, plant‐derived organic matter was better preserved under permanently anoxic environments. Moreover, given the low number of studied profiles and sedimentary–vegetation sequences in both areas, depth trends remain unclear. The chemical data also allow distinction between the contributions of woody and nonwoody vegetation inputs. Soil organic matter decomposition was found to cause: (i) a decrease in lignin contents and a relative increase in aliphatics; (ii) an increase in short‐chain aliphatics at the expense of longer ones; (iii) a loss of odd‐over‐even dominance in alkanes and alkenes; and (iv) an increase in microbial products, including proteins, sterols, short‐chain fatty acids, and alkanes. Pyrolysis‐gas chromatography/mass spectrometry is a useful tool to study the behavior and composition of SOM in wetland environments such as mangroves and salt marshes. Additional profiles need to be studied for each vegetation type, however, to improve the interpretability of the chemical data.
  • Organic carbon, iron oxides and aggregate distribution in two basaltic soils from Rio Grande do Sul State - Brasil
    Fernando Perobelli Ferreira, Antonio Carlos de Azevedo, Ricardo Simão Diniz Dalmolin, Darian Girelli
    Ciencia Rural, 2007
    Vários atributos do solo são capazes de afetar o comportamento de sua estrutura. Dentre eles, o conteúdo de carbono orgânico (CO) do solo e tanto o conteúdo quanto os tipos de óxidos de ferro têm sido relacionados como os mais importantes. Desta forma, o presente trabalho foi desenvolvido visando a avaliar o comportamento de agregados do solo em relação a estes agentes, em solos de uma área de agricultura familiar no Rebordo do Planalto, situado entre o Planalto Médio e a Depressão Central do Estado do Rio Grande do Sul. Agregados menores que 8 mm foram obtidos de um Argissolo Vermelho-Amarelo e de um Neossolo Litólico, ambos sob floresta, pastagem e lavoura, e submetidos à agitação em água. Depois de agitados durante 0, 30, 60 e 90 min, foram determinadas a distribuição de agregados em três classes de tamanho e a concentração de carbono orgânico (CO), ferro extraível com ditionito-citrato-bicarbonato (Fe d) e oxalato de amônio (Fe o) nos agregados. O Neossolo apresentou maior teor de CO em relação ao Argissolo, independentemente do tipo de uso, e o uso floresta apresentou o maior e o uso lavoura o menor teor de CO no solo, independentemente do tipo de uso do solo. Os teores de Fe d e Fe o do solo foram similares entre os solos e entre os usos em cada solo. Os solos estudados apresentaram hierarquia de agregados (HA) em grau diferenciado, sendo que os agregados mais estáveis (90min de agitação) apresentaram uma leve tendência a possuírem mais carbono em relação aos menos estáveis (0min de agitação). Dentre as variáveis medidas neste estudo, o teor de CO do solo foi o atributo que mais afetou a expressão da HA. Além disso, os resultados indicaram que a ação dos óxidos de Fe na agregação depende não somente de seus teores e tipos, mas também dos teores de CO existentes nos solos. Ainda assim, observou-se que os agregados mais estáveis tenderam a apresentar maiores teores de Fe d e menores de Fe o.