History, Social Sciences, Sociology and Political Science, Geography, Planning and Development
11
Scopus Publications
665
Scholar Citations
12
Scholar h-index
20
Scholar i10-index
Scopus Publications
Rural conflicts in the Rio Doce Valley: setting, actors, script and experiences (1945-1961) Haruf S. ESPINDOLA, A. C. OLIVEIRA, M. T. B. VILARINO Revista De Historia Regional, 2025 In the Rio Doce valley, particularly in the Urupuca valley, in the municipality of Itambacuri, between 1945 and 1961, agrarian conflicts intensified, as demonstrated by the sources used: land legitimization processes, newspapers and interviews. This constitutes a particular case of agrarian conflicts in the agricultural frontier areas, due to the presence of communities of small-scale farmers, cattle ranchers and large capitalist steel enterprises. These conflicts are inseparable from the historical formation of the Rio Doce territory, particularly in the northern portion, between the cities of Governador Valadares and Teófilo Otoni. The study demonstrates that the concepts of “expansion front” and “pioneer front” are operational for understanding the rural world and agrarian conflicts in the frontier areas.
A charcoal frontier: the steel industry and forest in twentieth-century Minas Gerais (Brazil) Lenício Dutra Marinho Júnior, Haruf Salmen Espindola, Eunice Sueli Nodari Ambiente E Sociedade, 2024 Focusing on the charcoal-fired steel industry in the Doce River Valley (rural eastern Brazil), this article sets out to understand the relationship between industrial-scale mining and the transition from iron factories to large steel mills. At the same time, it addresses the further destruction of the Atlantic Forest. Studies on the steel industry that highlight the pressure exerted on the Atlantic Forest by charcoal plants are almost nonexistent, however. Turning to technical reports, official statistics, journals, and other media sources and centering attention on Belgo-Mineira company, it highlights a set of data that enables us to measure the impacts of the charcoal-fired steel industry on forests. In order to get a deep insight, the main aim was to estimate the amount of forest extraction to serve the steel industry from 1936 to 1954. The data from this research show that the charcoal-fired steel industry gave a distinctive cast to the phenomenon of the agricultural frontier.
Pyrocene and Economic Rationality: Fire as Tool, Practice and Culture in the Doce River Valley Guilherme Rosa Thiago, Haruf Salmen Espindola Historia Agraria De America Latina, 2023 This paper investigates the relationship between hegemonic economic rationality and the environmental crisis, with fire as the common thread. Based on Warren Dean's work, "A ferro e fogo" (With broadax and firebrand), we delimited the Doce River Basin (DRB), in the Southeast Region of Brazil, as a unit of analysis to understand the circumstances that led us to the current situation and, from there, to reflect on future possibilities for changing the status quo. In a dialog between the works of Espindola (2009; 2011; 2015; 2022) and Pyne (2016), we point out the possibility of going against the degradation tide that leads us to the Pyrocene.
Contra a Correnteza: Conservação, Restauração e Recuperação Ambiental no Vale do Rio Doce Haruf Salmen Espindola, Maria Terezinha Bretas Vilarino, Bianca de Jesus Souza, Iesmy Elisa Gomes Mifarreg Fronteiras, 2022 O artigo parte da contação da expansão da história ambiental produzida no Brasil e sua centralidade em enredos trágicos, para redirecionar o olhar para aqueles que teimaram em ir contra a correnteza. Usa os estudos de casos para demonstrar a relevância de a história ambiental voltar-se com mais intensidade para a temática da conservação, restauração e recuperação ecológico/ambiental. Os estudos de casos são utilizados para estimular o redirecionamento do olhar do historiador ambiental para além da perspectiva trágica de devastação e colapso. Este artigo se propõe a apresentar três casos relacionados a iniciativas não-governamentais de conservação, restauração e recuperação no médio rio Doce/MG. No primeiro apresentamos a Reserva Privada de Patrimônio Natural – RPPN – Feliciano Miguel Abdala, no município de Caratinga; em seguida a experiência de restauração RPPN Fazenda Bulcão pelo Instituto Terra; e, finalmente, o esforço da ONG Centro Agroecológico Tamanduá da e recuperação de áreas degradadas, com destaque para a Comunidade Quilombola de Ilha Funda, no município de Periquito.
Iron Mines, Forest and Rivers: Environmental Impacts of Iron Factories in Brazilian Minas Gerais State in 19th Century Lenício Dutra Marinho Júnior, Haruf Salmen Espindola Historia Ambiental Latinoamericana Y Caribena, 2021 No século XIX a metalurgia do ferro a carvão vegetal se expandiu no Brasil, mais precisamente na província de Minas Gerais, principalmente concentrada junto a centros urbanos consumidores e às fontes de matéria-prima (água, minério e matas). As fábricas de ferro a carvão vegetal se encontravam concentradas na encosta leste da serra do Espinhaço, entre Ouro Preto e Serro. Qual o impacto, no século XIX, da metalurgia do ferro a carvão vegetal para a zona de Mata Atlântica da Província de Minas Gerais, na qual ela se localizou? Além de discutir a metalurgia do ferro, este artigo apresenta uma estimativa da extração de madeira para produção de carvão vegetal e uma mensuração do desflorestamento. Além da literatura sobre siderurgia a carvão vegetal, se utilizou como fonte, os trabalhos de professores e alunos da Escola de Minas de Ouro Preto (EMOP), com destaque para os alunos da primeira turma (1876-1880), que receberam a incumbência do seu diretor e professor Claude-Henri Gorceix de realizarem trabalhos de campo em toda a área em que se distribuíam as fábricas de ferro e mestres de forja. São apresentados os processos de fabricação de ferro e do carvão vegetal no século XIX, os usos da Mata Atlântica e a mensuração dos impactos para a floresta devido às técnicas e processos produtivos. Os trabalhos dos alunos e professores da EMOP indicam a possibilidade de recuperação florestal após encerrar a produção carvoeira em uma determinada área, porém o uso agrícola dessa área para culturas de subsistência e sucessivas queimadas levavam ao predomínio de pastagens, impedindo o reflorestamento e, consequentemente, resultando no fechamento da fábrica de ferro ou na sua transferência para outra localidade de matas. No final do século XIX e primeiras décadas do XX, a demanda de carvão vegetal pela metalurgia do ferro levou a atividade carvoeira a buscar novas áreas de florestas na bacia do rio Piracicaba, afluente do Rio Doce. Esse processo se intensificou e se estendeu ao médio Rio Doce, a partir da ação do Governo de Minas para dotar o estado de um parque siderúrgico moderno a carvão vegetal, no decorrer da primeira metade do século XX.
Disaster in the mining territory in Minas Gerais Haruf Salmen Espindola, Diego Jeangregório Martins Guimarães, Iesmy Elisa Gomes Mifarreg Historia Ambiental Latinoamericana Y Caribena, 2019 No Brasil, em 25 de janeiro de 2019, ocorreu o rompimento da barragem de rejeitos de minério de ferro da companhia Vale S/A, na localidade denominada Córrego do Feijão, no Município de Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais. A Mina do Feijão explorada pela Vale fazia parte do Complexo do Paraopeba, constituído por 13 estruturas utilizadas para extração de minério de ferro, cuja participação correspondia a 7% da produção da empresa, em 2018. A complexo minerário da mina do Córrego do Feijão contava com sete barragens de rejeito, sendo que a jusante da barragem que se rompeu havia uma situação completamente atípica frente as normas técnicas em vigor e, até mesmo, ao simples bom senso. As infraestruturas construídas, para o funcionamento de setores administrativos, refeitório, oficinas de manutenção, terminal de carregamento e pequena malha ferroviária, estavam instalados logo abaixo da represa de rejeito.
Rio Doce: Risks and uncertainties of the Mariana Disaster (MG) Haruf Salmen Espindola, Eunice Sueli Nodari, Mauro Augusto dos Santos Revista Brasileira De Historia, 2019 RESUMO Na Bacia Hidrográfica do Rio Doce, no Sudeste brasileiro, município de Mariana (MG), o rompimento da barragem de Fundão, em 5 de novembro de 2015, desencadeou o desastre da Samarco/Vale/BHP. O desastre não foi uma ocorrência natural, pois resultou da adoção de tecnologias e decisões técnico-administrativas, cujas responsabilidades criminais foram apontadas pelo Ministério Público. Os impactos foram diretos e indiretos sobre rios e terrenos aluviais; sobre as áreas de proteção ambiental, reservas florestais, flora e fauna; sobre os habitats, hábitos e os coabitantes rurais e urbanos; e sobre a zona costeira no estado do Espírito Santo. O artigo busca identificar a problemática que emerge do desastre, discutir as consequências do sentimento de incerteza e analisar a pertinência do desastre como objeto de investigação, sem desconsiderar o papel da mídia na sua construção como evento.
The Samarco Disaster in Brazil: Challenges for biodiversity conservation Haruf Salmen Espindola, Renata Bernardes Faria Campos, Karla Cristine Coelho Lamounier, Rômulo Siqueira Silva Fronteiras, 2016 No dia 5 de novembro de 2015, o Brasil e o mundo tomaram conhecimento do desastre ambiental provocado pelo rompimento da barragem de Fundão (Samarco/Vale/BHP Billiton), em Mariana-MG. O impacto do desastre não se restringiu às áreas imediatas à jusante do barramento, onde causou destruição de assentamentos humanos, mas impactou cursos d’água, terras agricultáveis, atividades econômicas, abastecimento de água potável para cidades e a biodiversidade. O Parque Estadual do Rio Doce (PERD), principal remanescente da Mata Atlântica do estado, se viu diante de uma ameaça não prevista em seu plano de manejo. Assim, este artigo é dedicado à história e importância do PERD, ao desastre da Samarco/Vale/BHP e aos impactos provocados nesta unidade de conservação. Discute-se impactos do desastre para a vida humana e biodiversidade, inclusive porque as condições ecológicas implicam em possibilidades e entraves para processos sociais.
Vale do Rio Doce (Valley of the Sweet River): Frontier, industrialization and the collapse of the social environment Haruf Salmen Espindola Fronteiras, 2015 O Vale do Rio Doce - VRD tem motivado investigações nas mais diversas áreas do conhecimento, por parte de pesquisadores nacionais e estrangeiros. O interesse é atraído pelas variadas imbricações de processos socioambientais, socioeconômicos, socioculturais e políticos. O VRD se manteve como fronteira aberta, até meados do século XX, quando, finalmente, acabou a disponibilidade de terras e se encerou a frente pioneira. Concomitante ao povoamento, ocupação econômica e formação dos núcleos urbanos, se implantou pela ação do Estado grandes projetos de investimento, particularmente nas áreas de siderurgia e mineração. Se para atores vinculados à modernização a fronteira era vista como depositária de recursos naturais, para as pessoas que chegavam com esperanças diversas a fronteira era uma terra prometida...Palavras chave: Minas Gerais; Vale do Rio Doce; Frente Pioneira; Frente de Expansão Demográfica; Grandes Investimentos de Capital.
Conflitos rurais no Vale do Rio Doce: cenário, atores, roteiro e vivências (1945-1961) HS Espindola, AC de Oliveira, MTB Vilarino Revista de História Regional 30 , 2025 2025 Citations: 3
Desastre, poder e conflitos na Bacia do Rio Doce: da Fundação Renova ao Acordo de Repactuação HS Espindola, IEGM Alves, NM Ferreira, DJ Guimarães INTERthesis: Revista Internacional Interdisciplinar 22 (1), 9 , 2025 2025
A charcoal frontier: the steel industry and forest in twentieth-century Minas Gerais (Brazil) LD Marinho, HS Espindola, ES Nodari Ambiente & Sociedade 27, e00033 , 2024 2024 Citations: 2
MEDIDAS PARA PREVENÇÃO DE ATROPELAMENTOS: proteção da fauna do Parque Estadual do Rio Doce YM Dias, HS Espindola, RBF Campos ENCONTRO , 2024 2024 Citations: 1
Frontera del Carbón: siderurgia y silvicultura en Minas Gerais (Brasil) del siglo XX LD Marinho Júnior, HS Espindola, ES Nodari Ambiente & Sociedade 27, e00033 , 2024 2024
A fronteira do carvão: siderurgia e floresta em Minas Gerais (Brasil) no século XX LD Marinho Júnior, HS Espindola, ES Nodari Ambiente & Sociedade 27, e00033 , 2024 2024 Citations: 5
Pyrocene and economic rationality: Fire as tool, practice and culture in the Doce River Valley GR Thiago, HS Espindola Historia Agraria de América Latina 4 (02), 110-130 , 2023 2023 Citations: 2
El río como sujeto de derechos: Los casos emblemáticos de los ríos Atrato (Colombia) y Doce (Brasil) HS Espindola, R Rozzi, IEG Mifarreg, VG Morales, LLC Rocha, ... Revista Cadernos do Ceom 36 (59), 56-74 , 2023 2023 Citations: 1
Do Nordeste para Minas:: a reterritorialização de imigrantes cearenses em Governador Valadares-MG RC Lopes, MA dos Santos, HS Espindola, JL Cazarotto Desenvolvimento Socioeconômico em Debate 9 (1), 79-94 , 2023 2023
Contra a Correnteza: Conservação, Restauração e Recuperação Ambiental no Vale do Rio Doce HS Espindola, MTB Vilarino, B de Jesus Souza, IEG Mifarreg Fronteira: Journal of Social, Technological and Environmental Science 11 (3 … , 2022 2022 Citations: 2
Minas do Ferro, Florestas e Rios: Impactos Ambientais da Metalurgia do Ferro no Brasil do Século XIX LDM Júnior, HS Espindola Historia Ambiental Latinoamericana y Caribeña (HALAC) revista de la Solcha … , 2021 2021 Citations: 2
O assombro do desastre: reflexão sobre as questões jurídicas, sociais, econômicas e psicossociais do desastre ligadas a uma perceptiva da história ambiental HS Espindola, MA dos Santos, ES Nodari, LLC Rocha, DJM Guimarães, ... DIA Ddo RIO DOCE, 171 , 2021 2021 Citations: 1
Entre carimbos e espingardas: a resistência do povo indígena Krenak presente na jurisprudência do STF D Guimarães, H Espindola Confluências 1 (23), 136-152 , 2021 2021 Citations: 1
¬ Themis's unveil in socio-environmental disasters: legal invisibilities and the right of disasters LLC Rocha, ES Nodari, DJ Guimarães, HS Espindola 2021
O desvendar de Themis nos desastres socioambientais: as invisibilidades jurídicas e o direito dos desastres LLC Rocha, ES Nodari, DJ Guimarães, HS Espindola INTERthesis: Revista Internacional Interdisciplinar 18 (1), 1-21 , 2021 2021 Citations: 3
Formação econômica do Vale do Rio Doce CA Pereira, HS Espindola, D Martins Revista IDEAS 13 (1), e019005-e019005 , 2020 2020
Rio Doce: riscos e incertezas a partir do desastre de Mariana (MG) HS Espindola, ES Nodari, MA Santos Revista Brasileira de História 39 (81), 141-162 , 2019 2019 Citations: 66
The ongoing danger of large-scale mining on the Rio Doce: an account of Brazil’s largest biocultural disaster HS Espindola, CB Guerra From Biocultural Homogenization to Biocultural Conservation, 97-108 , 2019 2019 Citations: 11
O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Governador Valadares: retomada da luta pela terra no Vale do Rio Doce (1988-1996) HS Espindola, JA de Oliveira, IP da Costa, JM da Silva, JG Moreira Caminhos da Luta pela Terra no Vale do Rio Doce: conflitos e estratégias … , 2019 2019 Citations: 1
Rio doce: risks and uncertainties of the Mariana disaster (MG) HS Espindola, ES Nodari, MA Santos Revista Brasileira de História 39, 141-162 , 2019 2019 Citations: 7
MOST CITED SCHOLAR PUBLICATIONS
Sertão do rio Doce HS Espindola Editora Univale , 2005 2005 Citations: 181
Rio Doce: riscos e incertezas a partir do desastre de Mariana (MG) HS Espindola, ES Nodari, MA Santos Revista Brasileira de História 39 (81), 141-162 , 2019 2019 Citations: 66
Vale do Rio Doce: Fronteira, industrialização e colapso socioambiental HS Espindola Fronteira: Journal of Social, Technological and Environmental Science 4 (1 … , 2015 2015 Citations: 38
Desastre da Samarco no Brasil: desafios para a conservação da biodiversidade HS Espindola, RBF Campos, KCC Lamounier Fronteira: Journal of Social, Technological and Environmental Science 5 (3 … , 2016 2016 Citations: 37
Elementos biológicos na configuração do território do rio Doce HS Espindola, IJ Wendling Varia História 24 (39), 177-197 , 2008 2008 Citations: 23
A navegação do Rio Doce: 1800-1850 HS Espindola Navigator 3 (5), 50-72 , 2007 2007 Citations: 22
História Ambiental dos Desastres: uma agenda necessária HS Espindola, DJM Guimarães Revista Tempo e Argumento 11 (26), 560-573 , 2019 2019 Citations: 19
A história de uma formação socioeconômica urbana: Governador Valadares HS Espindola Varia História 19, 148-153 , 1998 1998 Citations: 19
Práticas econômicas e meio ambiente na ocupação do sertão do rio Doce HS ESPINDOLA Caderno de Filosofia e Ciências Humanas, Belo Horizonte 8 (14), 67-75 , 2000 2000 Citations: 16
Território e geopolítica nas Minas Gerais do século XIX HS Espindola Cadernos da Escola do Legislativo 11 (16), 71–88-71–88 , 2009 2009 Citations: 14
Sertão, território e fronteira: expansão territorial de Minas Gerais na direção do litoral HS Espindola Fronteiras: Revista de História 10 (17), 69-96 , 2008 2008 Citations: 14
Apropriação de terras devolutas e organização territorial no Vale do Rio Doce: 1891-1960 HS Espindola, BP de Aquino, JCPP de Morais, WF dos Santos, ... Espindola HS, Jean LN, Território, sociedade e modernidade, Governador … , 2010 2010 Citations: 12
The ongoing danger of large-scale mining on the Rio Doce: an account of Brazil’s largest biocultural disaster HS Espindola, CB Guerra From Biocultural Homogenization to Biocultural Conservation, 97-108 , 2019 2019 Citations: 11
Território da mineração: uma contribuição teórica HS Espindola, NM Ferreira, IEG Mifarreg Revista brasileira de geografia 62 (2), 67-93 , 2017 2017 Citations: 11
Desastre da Samarco/Vale/BHP: uma tragédia em diferentes atos HS Espindola, CB Guerra Revista do Lhiste-Laboratório de Ensino de História e Educação 4 (6) , 2017 2017 Citations: 11
Sociedade, natureza e território: contribuição para a história ambiental HS ESPINDOLA História ambiental e migrações/Organizadores: Eunice Sueli Nodari e João … , 2012 2012 Citations: 11
Sertão do Rio Doce: navegação fluvial, acesso ao mercado mundial, guerra aos povos nativos e incorporação do território de floresta tropical por Minas Gerais (1800-1845) HS Espindola, JEM Mauro 2000 Citations: 11
Associação comercial de Governador Valadares: sessenta anos de história HS ESPINDOLA Governador Valadares: ACGV , 1999 1999 Citations: 11
Extermínio e servidão HS Espindola Revista do arquivo público mineiro 47 (1), 48-64 , 2011 2011 Citations: 10